Ford diz que C-Max híbrido chega a 136 km/h só com motor elétrico

Versão da minivan começa a ser vendida nos EUA em breve.
É o primeiro Ford cuja bateria pode ser carregada em tomada comum.

A Ford anunciou nesta quarta-feira (15) que a versão híbrida da minivan
C-Max, chamada Energi, poderá alcançar os 136 km/h usando somente o
motor elétrico. O carro é o primeiro Ford híbrido “plug-in”, que permite
que a bateria seja carregada na tomada. Ele será lançado nos Estados
Unidos nos próximos meses.

Minivan C-Max ganha versão com motores elétrico e a gasolina (Foto: Divulgação)

Com uma carga completa da bateria, o C-Max Energi desenvolve 198
cavalos de potência, contra 190 cv do Toyota Prius, compara a montadora.
A autonomia da bateria “é de mais de 32 km”, ainda segundo a Ford.
Combinando com o propulsor a gasolina, o carro conseguiria percorrer até
885 km.

No painel, o motorista pode escolher entre 3 modos de propulsão:
híbrido normal (Auto), com os dois motores atuando,, somente elétrico
(Now) ou com economia de bateria (Later). No primeiro, o computador de
bordo seleciona automaticamente a melhor combinação de uso da bateria e
do motor a gasolina, com base na potência exigida e carga disponível. No
segundo, o motor a gasolina não é usado a menos que o motorista acione
um comando. Na tela, o motorista monitora o funcionamento do sistema e
recebe orientações para otimizar o uso de energia.

 
‘Save for Later’
O modo Later economiza energia elétrica da bateria para ser usada mais
tarde, como por exemplo quando se vai de uma rodovia para uma área
residencial, de menor velocidade, explica a montadora. O veículo opera
no modo híbrido, usando o motor a gasolina e o motor elétrico, mas poupa
a bateria até que se selecione o modo Now ou Auto.

A Ford tem investido no desenvolvimento de carros “verdes” nos EUA. O
C-Max Energi plug-in segue o lançamento da versão elétrica do Focus e,
futuramente, será acompanhado de versões elétrica e híbrida do Fusion.

No ano passado, esse tipo de projeto recebeu US$ 135 milhões, para a
criação de um centro próprio. A montadora pretende contratar até mil
engenheiros para essa área; no ano passado, empregou 70. Em 2013, a
empresa pretende dobrar a capacidade para testes com baterias.

Fonte: G1 – Auto Esporte

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