Locomoção com carro elétrico é 4 vezes mais barata, diz CPFL

Nesta primeira fase de pesquisas, Programa de Mobilidade Elétrica analisou o desempenho de seis carros elétricos em um
trajeto total de quase 17 mil quilômetros

Renault Zoe: km rodado por veículo movido à eletricidade demanda R$ 0,05, dizem pesquisas

A CPFL Energia revelou nesta quarta-feira, 08, que um estudo a respeito do uso de veículos elétricos mostrou que a locomoção com esse tipo de carro é quatro vezes mais barata do que quando utilizado um automóvel convencional.

A primeira fase de pesquisas do Programa de Mobilidade Elétrica indica
que o quilômetro rodado por um veículo movido à eletricidade demanda R$
0,05.

No caso de um carro a combustão, considerando o uso do etanol, a mesma distância percorrida custa R$ 0,19.

A divulgação das conclusões iniciais do trabalho ocorreu em cerimônia
que marcou a inauguração de um eletroposto no Shopping Pátio Paulista,
na capital de São Paulo, pela Schneider Electric.

Na cerimônia, um veículo Renault Zoe foi reabastecido no local, após percorrer 210 quilômetros entre Campinas e São Paulo.

Nesta primeira fase, o programa analisou o desempenho de seis carros
elétricos em um trajeto total de quase 17 mil quilômetros.

Foram consumidos 3.249 KWh de energia, o que equivale ao consumo aproximado de 16 residências durante um mês.

“Os veículos deixaram de emitir 2,3 toneladas de dióxido de carbono na
atmosfera, o que equivale a retirar das ruas aproximadamente 27 carros
populares que rodem 15 quilômetros por dia durante um mês”, comparou a
CPFL.

A primeira fase do estudo também mostrou que a utilização em massa de
veículos elétricos teria impacto equivalente a até 1,7% da carga do
Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2030, quando a frota de veículos
elétricos atingiria até 13,3 milhões de unidades, segundo previsões da
empresa.

O Programa de Mobilidade Elétrica faz parte do projeto A Energia na
Cidade do Futuro, uma iniciativa da CPFL na área de Pesquisa e
Desenvolvimento (P&D) vinculada à Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel).

Por lei, as distribuidoras de energia devem investir uma fatia da
receita operacional líquida anual em iniciativas na área de P&D.

Por: André Magnabosco
Fonte: EXAME.com

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