Jivr, uma bike elétrica e sem corrente, perfeita para trajetos urbanos

Apple, Pebble e Tesla em uma bike só, garante o criador

Projeto da Bicicleta Elétrica Jivr que está no Kickstarter

Enquanto em SP ainda debatemos se as ciclofaixas e ciclovias devem ou não ser incorporadas na capital paulista, no mundo real as inovações já estão mais preocupadas em fazer o pedalar ser mais confortável para mais gente.

A Jivr, por exemplo, quer fazer com que a bike não precise ser um meio de transporte apenas para quem tem físico ou pode chegar suado aos lugares.

Trata-se de uma bike sem correntes aparentes, o que evita aquela mancha de graxa na calça do trabalho ou uma mão suja de óleo durante o trajeto, e ainda com direito a uma bateria interna, que permite transformar a bike em elétrica em alguns trechos mais difíceis, como ladeiras ou subidas mais íngremes.

Além disso, a Jivr foi feita para ser dobrável, podendo ser carregada para onde você precisar, seja para dentro de um ônibus, metrô, ou até para dentro do escritório ou da sua casa. Ela não é super leve – pesa cerca de 15 kg – mas é o suficiente para ser portátil.

Cheia de interatividades com dispositivos móveis, a Jivr também promete hackatons para entregar apps que possam gamificar a sua pedalada, oferecendo prêmios, badges ou até mesmo informações detalhadas sobre os seus trajetos.

O projeto já ultrapassou a meta mínima no Kickstarter, e ainda restam algumas opções para compra da Jivr. É um investimento razoavelmente alto, já que cada Jivr sai por cerca de 1 mil dólares, mas pode ser interessante em grandes cidades, onde o preço do transporte não é muito barato também. Após o Kickstarter ser finalizado, o preço deve aumentar bastante. A expectativa é que a Jivr vá custar quase 3 mil dólares quando chegar às lojas.

A única reclamação que fica é: por esse preço, cadê para-lamas traseiro?

Veja de apresentação da Jivr:

Por: Jacqueline Lafloufa
Fonte: B9.com.br

Um comentário em “Jivr, uma bike elétrica e sem corrente, perfeita para trajetos urbanos

  • 10/04/2015 em 02:28
    Permalink

    É verdade. A falta de um paralama traseiro, numa bicicleta que tem por objetivo a praticidade em não chegar suado no serviço, é uma falha imperdoável. Não chegar suado, mas chegar com a bunda molhada não melhora muito.

    Resposta

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