Zero Motorcycles revela a moto elétrica SR/F

A norte-americana Zero Motorcycles apresentou nesta semana um novo modelo, a naked SR/F, que se diferencia de outros modelos da marca pelas linhas agressivas, como uma genuína streetfighter. A rabeta alta, enquanto as carenagens laterais e o spoiler que protege o conjunto de baterias conferem dinamismo ao projeto. Que é completado pelo suporte de placa rente à roda traseira e pelo assento bipartido.

Como todos os outros modelos produzidos pela Zero, a SR/F é totalmente elétrica. Outra novidade é o sistema operacional Cypher III, que se conecta ao piloto pelo smartphone e oferece dados de pilotagem, diagnóstico e até uma ferramenta para encontrar a moto e que avisa se ela sofrer algum movimento inesperado, como uma queda ou mesmo furto.

Moto elétrica Zero Motorcycles SR/F
Moto elétrica Zero Motorcycles SR/F

Por falar em eletrônica, a moto ainda vem com recursos que não ficam devendo nada a um modelo convencional. Controle de estabilidade, ABS com atuação em curvas, controle de tração e de largada também estão presentes. Assim como quatro modos de pilotagem pré-estabelecidos, que podem ser expandidos até dez, programáveis de acordo com o gosto do motociclista.

O motor equipado na nova SR/F é o Z-Force 75-10 de corrente contínua e arrefecido a ar. Segundo a Zero, o propulsor é mais eficiente em temperaturas mais altas e capaz de entregar 110 cv de potência em 5.000 rpm. Já o torque de 19,3 kgf.m está disponível no momento em que o piloto gira o punho do acelerador. A moto não tem embreagem, o que pode ser um entrave para motociclistas mais tradicionais, mas um atrativo para os novatos ao guidão.

Moto elétrica Zero Motorcycles SR/F
Moto elétrica Zero Motorcycles SR/F

A nova SR/F chega ao mercado em maio em duas versões: Standard e Premium, cujos preços são de 18.995 dólares (mais de R$ 70 mil) e 20.995 dólares (quase R$ 80 mil), respectivamente. O modelo top de linha inclui um pequeno para-brisa defletor para proteger o painel, aquecedores de manoplas e contrapesos de alumínio nas pontas do guidão. As cores disponíveis são cinza e vermelho.

Ambas as versões vêm de fábrica com um conjunto de baterias de íons de lítio de 14,4 kWh. O que muda é o tipo de carregador integrado. A versão Premium vem com um de 6,0 kWh, que reduz o tempo de recarga total de quatro horas e meia para duas horas e meia, que conferem autonomia para rodar até 320 quilômetros. O comprador também pode optar – independente da versão escolhida – por um carregador rápido, que diminui ainda mais esse tempo para cerca de uma hora. Mas, esperar menos para sair com a moto não é barato. O acessório custa 2.300 dólares (mais de R$ 8.600).

[Fonte: Motociclismo]

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